12/07/2014

A Imperfeição Universal

O homem na sua ignoração (contruída desde o passado por erros de interpretação humana) aprendeu  a organizar-se: soube medir o tempo; e corrigiu os enganos com precisão. Enfim, mostrou como desenrolar o que não soube entender por adoração.

Veja:

Ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, o universo não é uma coisa perfeita, simétrica e sincrônica como querem fazer parecer os que dizem que tudo foi feito por um criador perfeito.

Para o homem primitivo, tudo acima era perfeito: um céu cheio de lindas estrelinhas que seguem um caminho constante todos os dias, um grande Sol que aquece a Terra durante o dia e uma Lua que dispersa as trevas da noite.

Com o avanço do conhecimento, essa perfeição foi desfeita. Estrelas chocam entre si, explodem, etc.; asteróides colidem com planetas, causando grandes estragos; buracos negros engolem planetas e estrelas; e, onde surgiram seres vivos, todos são defeituosos, especialmente nós, que temos mais defeitos biológicos do que os quadrúpedes.

Quando o homem aprendeu a medir o tempo, encontrou uma dificuldades enorme: a falta de sincronia entre o Sol e a Lua, que são as bases do ano, dos meses e dos dias.

Qualquer pessoa percebia a sequência de períodos claros e escuros muito uniformes, com o surgimento do sol de um lado do céu e seu desaparecimento do outro lado, a que deram determinado nome, que a nós chegou como dia.

Mas o observador atento percebeu que havia também um grande ciclo de aproximadamente trezentos e sessenta dias em que o sol caminhava para o norte e depois voltava para sul. Estava estabelecido o ano.

Semelhantemente, não podia passar imperceptível que a Lua fazia o mesmo caminho do Sol todos os dias, mas com determinado atraso, e mudando a sua forma dia a dia; nesse ciclo viu-se que, cada atraso de uma volta era de aproximadamente trinta dias. Estava aí imaginado o mês, que era aproximadamente um doze avo do ano.

Como nessa volta, em que a Lua diminui até desaparecer e volta a surgir e crescer até parecer uma bola, levando aproximadamente sete dias para ela se transformar do círculo para meio círculo, e período igual para desaparecer, e dois períodos iguais para voltar à sua forma redonda, criaram-se as quatro fase lunares. Os sete dias, o homem dedicou em homenagem a setes astros especiais, que representavam sete deuses (deuses eram os seres sobrenaturais criadores e condutores dos destinos humanos que o homem primitivo imaginou existirem). Na língua latina, falada pelos romanos, da qual surgiu a nossa e uma porção de outras, esses sete dias foram chamados de septimanas (sete manhãs). Outros povos imaginaram seus sete deuses. Os romanos homenagearam o Sol, a Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vênus e Saturno, nomes que deram aos sete astros.

Tudo pareceu bem simples. Mas o que complicou as coisas foi a falta de sincronia. Um ano não coincide com um número exato de dias, um ciclo lunar também não, e cada ano cria um diferença muito difícil de se ajustar. O desenvolvimento de instrumentos de grande precisão nos levou ao conhecimento de que um ano têm uma duração de 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos aproximadamente.

Ano é, aproximadamente, o intervalo de tempo em que a Terra demora a dar uma volta completa em torno do Sol.

Os anos têm uma duração de 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos aproximadamente. Mas como não pode haver todos os anos um 366º dia com as cerca de 6 horas que sobram, no calendário gregoriano realiza-se, a cada 4 anos, um ajuste no calendário e adiciona-se mais um dia ao ano, sendo que este ano se denomina bissexto (pois o número 366 é composto por dois algarismos “seis”).

Existem outras correcções menores, que dão lugar a excepções à regra anterior. A regra concreta é que um ano é bissexto se é múltiplo de 4 (ex: 2008). A 1ª excepção é que se for múltiplo de 4 mas também de 100 deixa de ser bissexto (ex: 2100). E a 2ª excepção é que se for múltiplo de 4, de 100 e também de 400, então é bissexto (ex: 2000). Por exemplo 1914 não foi bissexto e 2114 também não será pois não são múltiplos de 4, mas 2004 foi ano bissexto pois é múltiplo de 4).

Também se usa o termo para designar o período orbital (também designado período de translação) de qualquer planeta.” (Wikipédia).

O que a moderna astronomia prova é que o universo não surgiu de nenhum planejamento, mas, aleatoriamente, se formaram astros de tamanhos os mais diversos, surgindo planetas orbitando estrelas, e cada período orbital depende do tamanho do planeta e da distância em que ele se encontra da estrela que orbita, daí não haver nenhuma coincidência temporal entre rotação e translação de um planeta. Dessa assimetria temporal, vem o complicado cálculo necessário para ajustar os tempos, o que só foi possível bem recentemente.

Quando quase nada se sabia da vida, naquele tempo em que todos acreditavam que um deus ou alguns deuses criaram seres vivos e um ser especial bem parecido com seu deus criador, pensava-se, como muitos ainda pensam, que tudo foi feito por um criador perfeito, e o pecado (desobediência humana ao deus criador) trouxe todos os problemas que enfrentamos durante a nossa curta existência. Hoje, com o grande avanço em todas as área da Ciência, sabemos que evoluímos através de um processo de seleção natural, mas que todos os organismos têm defeitos, e nós, que antes éramos a imagem da perfeição divina, somos os mais defeituosos. E o nosso mundo, que parecia tão perfeito está em constante risco de ser extinto.

Veja sobre nossos defeitos em “O Ápice da Criação Divina”:


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